NOVA GERAÇÃO ASSUMIRÁ A DIREÇÃO DOS POVOS PARA ELIMINAR A GUERRA - 53ª Mensagem de Ensinamentos Espirituais

PDF por Nova Ordem de Jesus. 27/04/2016 - 14 min leitura
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Ditada pelo Apóstolo Thomé
Em 12-12-1970
Rio de Janeiro - Brasil

 

NOVA GERAÇÃO ASSUMIRÁ A DIREÇÃO DOS POVOS PARA ELIMINAR A GUERRA - OS CONFLITOS ARMADOS E A DIVINA PROVIDÊNCIA - UM APELO DO SENHOR AOS GOVERNANTES DESTE FIM DE SÉCULO - NENHUM GOVERNANTE TEM O DI­REITO À VIDA DE SEUS GOVERNADOS

 

TODOS OS ESFORÇOS do  Senhor Jesus estão sendo empre­gados no sentido do estabelecimento de um clima de paz perma­nente na Terra até ao fim do século. Isto porque, a geração que se prepara para assumir a direção dos povos a partir do início do próximo século, já veio preparada para conservar a paz e o entendimento geral.

Uma população de almas que vieram a Terra em busca de luzes e bênçãos para os seus espíritos, deve,  necessariamente,  preocupar-se com esse objetivo de há muito estabelecido no pla­no que deixou no mundo espiritual, e jamais tratar de fazer  a guerra aos seus semelhantes de outras nações. É necessário que todos os homens compreendam que os  filhos das  demais  nações  também são seus irmãos e buscam os mesmos objetivos, não ca­bendo soluções de atritos para  resolver os problemas que  por­ventura  surgirem.

 Devem  capacitar-se todos os  homens e mu­lheres que se encontram talvez pela primeira vez encarnados no solo desta grande nação, já tendo estado igualmente encarnados nas demais nações da Terra e não pertencendo com  exclusividade a nenhuma delas, porque em verdade já pertenceram as demais. Não se justifica, por conseguinte, que os dirigentes ocasionais de uma nação poderosa decidam resolver os  problemas  que sur­girem com  nações  mais  fracas  por  meio  da  força  quando o  Cria­dor  lhes concedeu a  inteligência  precisamente para encontrarem soluções amigáveis. E devem ficar sabendo, outrossim, os diri­gentes das nações poderosas, que em todos os conflitos armados a Divina Providência  coloca-se  invariavelmente  ao  lado dos mais fracos. Se percorrerem as páginas da história das guerras  havi­das  no  passado, os  homens  de hoje irão comprovar o que aí  fica. Irão verificar  inclusive, na  história das guerras do passado, que certas vitórias alcançadas pelas  nações  poderosas  se diluíram com o tempo,  provando a nulidade de tanto  derramamento de san­gue.

O  Senhor Jesus lança aqui um apelo aos chefes de povos deste fim de século, para que pensem bastante antes de se deci­direm  pelos conflitos armados como meio de solucionarem  seus problemas do momento, porque outros meios existem para isso, muito mais convenientes e eficazes.  As  três décadas finais do sé­culo em curso devem  ser  aproveitadas  pelos  dirigentes de  todas as  nações  terrenas, para  nelas implantarem o sentido de paz e da harmonia entre os seus governos, no que hão de  receber  as  bênçãos  e  o  apoio da  Divina Providência. É necessário que ces­sem imediatamente os conflitos que ainda  perduram  em  diversas  regiões  da  Terra,  porque  todas as vidas deste fim de século de­vem ser  preservadas. Já foi dito pelo Senhor Jesus que a huma­nidade atual  está  vivendo uma  fase decisiva  para o seu progresso espiritual, sendo  por  isso  necessário  preservar a vida de todas as criaturas para que vivam,  aprendam e se desenvolvam.  Aque­las  que  vierem  a  perecer em meio aos conflitos existentes, vêem-se privadas dos conhecimentos que ainda  lhes faltam, sendo bas­tante prejudicadas no seu progresso. Por semelhante  falta, terá a Divina Providência de responsabilizar os homens que, a frente das  respectivas  nações,  lançaram  essas criaturas na fogueira dos conflitos.  Pensem, pois, e muito os dirigentes  das  nações  neste  fim de século, porque leis bastante rigorosas  foram  postas em  vigor  nestas  décadas  finais do século.

Uma  pergunta  faz  aqui o  Senhor  Jesus aos  dirigentes  de  to­das as nações que é a seguinte: - Terá algum desses homens, chefes ocasionais de povos terrenos, o direito de sacrificar a vi­da de seus governados, seja a que pretexto for? A resposta úni­ca e irrecorrível é uma só: absolutamente. Nenhum governante  terreno dispõe do direito de lançar à  fogueira dos conflitos armados, os seus  pobres  governados, para impor a sua prepotên­cia. É preciso considerar que entre os jovens convocados as fi­leiras se encontram não raro Espíritos de grande evolução, que vieram a Terra com a finalidade de promover algum ou vários  progressos. Uma  vez  convocados  para a guerra, esses  Espíritos como que emurchecem, se estiolam e nada puderam  fazer pelo bem da humanidade. A Divina Providência em tais casos respon­sabiliza os dirigentes da  respectiva  nação pelos prejuízos advin­dos a coletividade, e disso os dirigentes irão tomar conhecimen­to ao regressarem ao seu plano espiritual. É portanto da maior conveniência que cessem os conflitos existentes e se evitem no­vos,  justo  porque  até  hoje  nenhum conflito armado construiu a felicidade da nação.  Até  pelo contrario; nações vitoriosas  nas guerras do passado, viram-se  resvalar no abismo de várias cri­ses supervenientes, em nada lhes aproveitando vitória, indenizações e troféus conquistados. Só num caso, um único apenas, se justifica a convocação dos  jovens as  fileiras; é quando uma na­ção se vir  agredida  por  outra e necessite defender-se. Nesses casos a própria  Divina  Providência  se coloca ao  lado da  nação agredida, transformando a sua  fraqueza em  forças  para  a derro­ta do inimigo. A Justiça  Divina que está  presente na Terra em todos os momentos, acompanha as negociações entabuladas entre as nações, e trata de amparar as mais fracas quando humilde­mente tudo empreendem para evitar os conflitos.

Perguntareis, talvez, leitores do  Senhor,  se toda  a popula­ção de uma nação  terrena  participa da responsabilidade da defla­gração de um conflito pelos seus dirigentes. A resposta do Se­nhor Jesus é pela negativa. Toda a responsabilidade cabe nesses casos ao grupo dirigente, distribuídas algumas parcelas aos ele­mentos que, entusiastas da guerra, ajudam a incendiar os ânimos em  geral.  A  população em si, porém, não dispondo de poderes para se opor aos desígnios de seus dirigentes, está  indene de  responsa­bilidade  perante as  Forças  Superiores.  Nos dias presentes em  que se torna necessário corrigir  todos os desvios  políticos e  ad­ministrativos das várias  nações  terrenas, as  Forças  Superiores terão de apelar, inclusive, para a retirada do cenário terreno das  almas refratárias aos sentimentos de paz e entendimento en­tre as nações, a fim de que em sua ausência se tornem possíveis os entendimentos necessários a conservação da paz. O tempo ur­ge, diz-nos o Senhor  Jesus, e muito  ainda  resta  fazer na Terra para prepará-la para o advento do novo século. Há  necessidade de  muita  harmonia  para que  haja  paz em todas as consciências. Mas o  Senhor Jesus alimenta  fortes esperanças de que, das reuniões que vem fazendo com os principais dirigentes de  povos resulte o firme sentimento de paz para todas as nações. As reuniões a que alude o Senhor Jesus são realizadas três  vezes  por semana no mundo espiritual durante as noites da Terra, em que as almas convocadas  pelo  Senhor se afastam de seus veículos durante o sono por  um  período de duas a três horas. Nas reuniões assim realizadas, o  Senhor  Jesus expõe  a cada uma das almas presen­tes o que lhe cabe fazer na esfera das suas atribuições em favor da manutenção da paz na Terra, já  nas proximidades do terceiro milênio. Ouvindo e falando individualmente a todas as almas  pre­sentes aquelas  reuniões, o  Senhor  Jesus não oculta as medidas a serem tomadas pela Divina Providência nos casos de provável desobediência. O Senhor Jesus procura chamar a atenção das al­mas presentes para os compromissos assumidos ao partirem pa­ra a Terra, quando todas se empenharam  em  trabalhar  pela paz e harmonia entre todas as populações terrenas. Este argumento tem  sido decisivo ao chamamento ao dever de todas cumprirem tal compromisso, após recordarem-no em  suas mentes físicas. O Senhor  Jesus conta,  por este motivo, que todos os dirigentes das nações terrenas passem a  refrear  possíveis sentimentos guerreiros e se voltem decisivamente para a construção de uma paz duradoura.

Os desentendimentos ideológicos registrados entre algumas nações também tendem a desaparecer de todo após a partida de seus atuais dirigentes. Outros elementos estão sendo preparados para assumir o governo das nações cuja ideologia as incompati­biliza com as demais, e isso deve produzir um esfriamento  ideo­lógico que aos poucos  se  transformará  numa  filosofia  política de paz e harmonia geral. Para esse objetivo devem regressar ao mundo espiritual numerosos adeptos das atuais doutrinas socia­listas, esfriando com isso também a intensidade de sua pregação a outros povos. Deseja o Senhor Jesus declarar que a chamada doutrina socialista  não é  má  para  a conjuntura do mundo terreno. Apenas deve  ser  deixada  florescer  natural e lentamente para que se radicalize na convicção das criaturas, e jamais ser imposta pela violência. A partir do terceiro milênio da era cristã, vá­rias  novas doutrinas filosóficas tentarão a sua implantação no mundo terreno, sendo a mais forte delas a socialista,  revestida  de  toda  a  sua  pureza em relação as almas encarnadas. Mas é preciso deixar que as coisas se apresentem naturalmente, livres de  imposição e  de violência.  A doutrina  socialista  pura,  signifi­ca o amor e o respeito ao semelhante, e a tal ponto, que os mais abastados socorrerão amavelmente os necessitados, ajudando-os a levantar-se se tiverem caído. Isto tudo  numa  perfeita  demons­tração de amor ao semelhante que também  é  nosso irmão pe­rante o Criador.  Esta  modalidade de socialismo, que  existe  há  milênios no mundo espiritual, esta chegando a Terra no subcons­ciente de numerosas almas altamente evoluídas, e será exposta fraternalmente em breve as populações terrenas.

 

O Segredo de qualquer Potência não se oculta à vigilância das Forças Superiores.

Quando um país procura evitar um conflito, as Forças Superiores estabelecem um imediato e merecido apoio contra a nação agressora.

Afaste-se dos que ajudam a incendiar os ânimos populares e permaneça isento de culpa perante a Deus.

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