A ESPIRITUALIZAÇÃO DAS CRIATURAS CONDUZ À SUA ILUMINAÇÃO - 110ª Mensagem de Ensinamentos Espirituais

PDF por Nova Ordem de Jesus. 08/05/2016 - 12 min leitura
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Ditada pelo Apóstolo Thomé
Em 27-6-1971
Rio de Janeiro - Brasil

 

A ESPIRITUALIZAÇÃO DAS CRIATURAS CONDUZ À SUA ILUMINAÇÃO - LAMENTÁVEL ILUSÃO DE ALGUNS SERES HUMANOS - RAZÃO DO ABANDONO DAS VESTES SACER­DOTAIS -MODIFICAÇÕES IMPERATIVAS NA ESTRUTURA RELIGIOSA - REFORMA DOS CÂNONES ANTIQUADOS.

 

 É DESEJO DO SENHOR JESUS em Sua estada na Ter­ra até o fim do século em curso, despertar o coração de todas as almas encarnadas para a espiritualidade, adqui­rindo todas elas a convicção de que sua vinda uma vez mais a Terra só teve por objetivo essa condição e não o enri­quecimento material. A espiritualização das almas encarna­das está diretamente relacionada com o seu progresso evo­lutivo, uma vez que da espiritualização resulta a sua iluminação. Por isto deseja o Senhor despertar  no coração de to­dos os homens e mulheres o sentimento da espiritualidade para que possam aproveitar sua presente encarnação no en­grandecimento de sua iluminação espiritual.

Já foi dito pelo Senhor Jesus em Mensagem anterior que uma nova encarnação para as almas que se encontram no solo terreno terá de esperar cerca de um século, dado, o grande número de outras almas que necessitam de vir à Terra em busca de novos conhecimentos e experiências. Este fato de­ve ser suficiente para convencer toda a população atual da Terra a fazer algo de sua parte em favor da sua maior elevação espiritual ainda nesta vivência em que se encontra. Bem conhece o Senhor os motivos apresentados por alguns seres humanos para se manterem à margem da espirituali­dade, para continuarem a desfrutar  uma vida de regalias que teriam de abandonar.  Existe nisso uma lamentável visão de quem assim pensar, uma ilusão que redundará na perda de alguns anos do seu progresso evolutivo, um pro­gresso que todos ambicionavam quando no mundo espiritu­al.

O Senhor Jesus possui  meios de poder compelir  essas  pessoas  a mudarem de idéia e se entregarem ao estudo das obras espiritualistas. O Senhor, porém, não deseja utili­zar esses meios senão em último recurso, preferindo aguardar a espontaneidade de cada um. E quais seriam esses meios? - poderá desejar indagar algum leitor destas Mensagens. O Senhor esclarece então que esses meios são vários, sendo utilizados segundo as circunstâncias. Uma enfermidade de um ente querido, por exemplo, é sempre um meio eficaz para levar as criaturas à presença de Enti­dades espirituais quando os remédios falharem. Esse pas­so é sempre eficaz para modificar determinado modo de pensar e agir das pessoas que, por motivos muito particu­lares, se mantém à margem da espiritualidade. Mas o Se­nhor deseja esperar que as pessoas se modifiquem espon­taneamente porque isso aumentará de muito o seu mérito ao ingressarem no estudo da espiritualidade.

Se todas as pessoas são Espíritos revestidos de um corpo de carne para poderem viver e locomover-se no pla­no físico, dele se retirando pelo fenômeno da morte, não se compreende que alguém recuse aceitar as leis espiritu­ais em sua vivência terrena. O conhecimento das leis espirituais e sua prática na Terra tem o dom de aplainar inú­meras dificuldades existentes no caminho de todas as almas encarnadas. Esse conhecimento atrai para junto da criatu­ra humana determinadas forças espirituais com poderes de ajudá-las em sua trajetória. A falta do conhecimento das leis espirituais por parte das criaturas em passadas encar­nações foi a causa de sua  falta de aproveitamento espiritu­al.  De agora em diante tal falta não mais se justifica em fa­ce do grande número de obras espiritualistas à disposição dos seres humanos. Aqueles, por conseguinte, que persis­tirem em se manter à margem da espiritualidade, apenas estarão demonstrando não ser o progresso espiritual o seu objetivo na vida, tal como tanto ambicionavam no mundo espiritual. O Senhor Jesus, porém em  Sua magnanimidade, está atento à vivência desses filhos terrenos,  pronto a aju­dá-los no momento em que se resolverem a cumprir quanto no Alto prometeram ao receberem permissão das Forças  Superiores para descerem a  Terra. Fica o assunto clara­mente explicado e de fácil compreensão a todos os leitores para que o transmitam aos seus conhecidos que se mante­nham à margem da espiritualidade.

A seguir o Senhor  Jesus deseja conversar  um pouco com os leitores acerca de assunto da maior oportunidade para todas as almas encarnadas, que é o fato muito conhe­cido do abandono das vestes sacerdotais por numerosos membros da  Igreja. Este fato deve ser  visto como conse­qüência da  insatisfação dos elementos que se deixaram em­polgar na infância pelos atos exteriores da Igreja e nela  in­gressaram  pelo desejo de participarem também das pompas dessa instituição. Sucede, porém, que o tempo os conven­ceu de que aquelas pompas não correspondiam à realidade da doutrina que abraçaram, tendo os corações vazios de ensinamentos capazes de torná-los realmente servidores do Senhor na Terra. O conhecimento de outras fontes de ensi­namentos religiosos em maior harmonia com as suas aspi­rações de bons servidores do  Senhor, é que tem levado não poucos sacerdotes a despirem as insígnias da sua religião e voltarem à vivência livre das almas encarnadas. Este fato, apenas em início, deverá levar os dirigentes da religião a  meditarem seriamente sobre as causas que os levaram à perda de vários elementos do seu rebanho e tratarem de in­troduzir em seus cânones as modificações indicadas pela época, ensinando as almas a se dirigirem diretamente à Divindade, onde quer que se encontrem. Sem esta modi­ficação em sua estrutura, a Igreja de Roma não cessará de registrar a partida de sacerdotes ao encontro da vida livre exterior, onde  podem  dedicar-se com mais eficiência à espiritualização das almas. Um dilema então se apresenta a essa poderosa instituição religiosa, para que se agarre a uma de suas duas pontas: ou a reforma fundamental de suas bases com a aceitação da Lei da Reencarnação e suas conseqüências, ou então deixar-se perecer  mais ou menos lenta­mente por falta de adeptos. As almas atualmente encarna­das só em muito reduzida escala se conformam com as li­mitações impostas pela doutrina católica com suas aberra­ções confessionais, porque o grau espiritual dos seus co­nhecimentos lhes diz não poder  isso constituir princípio religioso, nesta altura do século. E  aqui  vai uma sugestão do  Senhor aos dirigentes da Igreja de Roma, de cuja aceita­ção poderá resultar um movimento desusado das popula­ções em busca de seus templos: reformem os cânones anti­quados no que diz respeito à Lei das Reencarnações, uma lei divina que se cumpre desde os primórdios, e passem os seus pregadores a proclamá-la do alto dos púlpitos, dizen­do aos ouvintes ser a morte um fenômeno transitório na vi­da de todas as almas, as quais tem de voltar a Terra pe­riodicamente em busca de novas luzes espirituais. Operem estas modificações em seus estatutos, entrem por sua vez em contato com  seus maiores do Espaço, ouçam e gravem com atenção quanto lhes for dito a respeito da reencarnação dos Espíritos como uma necessidade evolutiva e venham em seguida  proclamar as verdades autênticas aos seus fiéis, certos de que seus templos se tornarão  pequenos para con­ter as multidões de almas encarnadas ansiosas por esta pregação. No dia em que tal acontecer, uma grande alegria se apoderará do coração dos chefes religiosos pelo fato de terem conseguido empolgar o coração das massas com seus novos ensinamentos. Mas isto deverá ser apenas o início. Outros ensinamentos se oferecerão aos pregadores reli­giosos em torno da vida infinita de todas as almas verdade esta que vem sendo divulgada pelas organizações espiritua­listas. O Senhor Jesus confia e espera que tais modifica­ções se operem na estrutura, não apenas da Igreja de Roma como  também na pregação adotada pela Igreja Protestante, como a de Roma empenhada em contestar a verdade das reencarnações e o intercâmbio espiritual. Tudo isto constitui uma grande verdade, uma consoladora verdade para quan­tos Espíritos partiram da Terra deixando seus entes que­ridos nos lares mergulhados em profunda saudade. Contra a pregação das duas importantes instituições religiosas ci­tadas, existe o intercâmbio espiritual entre as almas que partiram e as que ficaram nos lares, mercê de cuja práti­ca umas e outras se comunicam muito facilmente. O fato de as duas igrejas contestarem esta verdade em nada a dimi­nuem, por ser hoje em dia universalmente conhecida e acei­ta a prática do intercâmbio espiritual.

A vinda do Senhor Jesus ao solo terreno trouxe também o objetivo de destruir  pelo esclarecimento, certos princí­pios sabidamente errôneos ensinados e praticados por de­terminadas instituições religiosas. A reencarnação existe na Terra desde o aparecimento dos primeiros habitantes, e assim tem prosseguido pelos milênios em fora. Negá-la é negar a própria existência, e induzir em erro aqueles que lhes derem ouvido.  Negar a  reencarnação por motivo de ig­norância é erro perdoável perante as leis espirituais. Ne­gar, porém, a reencarnação por motivo de solércia,  tor­na-se erro imperdoável sujeito à punição no mundo espiri­tual. Sem a reencarnação não seria possível explicar o fa­to muito comum de viverem ao mesmo tempo na Terra al­mas possuidoras de elevados conhecimentos e dotes inte­lectuais admiráveis, ao lado de outras de difícil compre­ensão de fatos elementares da vida. Só a reencarnação mi­lenar pode explicar esse fenômeno, dado que todas as al­mas foram criadas com as mesmas condições de simplici­dade e ignorância pelo sopro do Criador.

 

A espiritualização das criaturas conduz à sua iluminação.

Praticando as leis espirituais aplainaremos as dificuldades.

Esta mensagem é parte do livro Vida de Jesus Ditada por Ele Mesmo, da Grande Cruzada do Esclarecimento. Conheça mais sobre o livro Vida de Jesus Ditada por Ele Mesmo. Agradecemos pela leitura e ficaremos muito felizes se o seu desejo for o de compartilhar a mensagem com seus amigos e familiares.

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